postado em 08/03/2010 13:49 por Coletivo de Entidades Negras do Estado de Minas Gerais
[
08/03/2010 15:04 atualizado(s)
]
02/03/2010
A convite de Ivone Mendes, do DIVAS, Dikota Djanganga, Coordenadora Estadual do Coletivo de Entidades Negras do Estado de Minas Gerais, participou da última reunião preparatória do Ato Unificado pelo Centenário do 8 de Março, no Sindicato dos Professores, em Belo Horizonte.
|
postado em 28/02/2010 09:52 por Coletivo de Entidades Negras do Estado de Minas Gerais
[
28/02/2010 10:14 atualizado(s)
]
10/02/2010
Membros de comunidades tradicionais de terreiro, representantes da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e vereadores da Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH) discutiram ações para a proteção da liberdade de culto das religiões de matrizes africanas em reunião especial iniciada, nesta data, no Plenário Amynthas de Barros, sendo transferida posteriormente, pelo número de pessoas presentes, para o Plenário Juscelino Kubitschek. O Coletivo de Entidades Negras do Estado de Minas Gerais, na pessoa de sua Coordenadora Estadual, Dikota Djanganga, foi uma das lideranças que tomou assento à mesa de abertura dos trabalhos.
Esse debate é uma abertura de canal para que possamos consolidar as diretrizes para o combate à discriminação das religiões de matrizes africanas, afirmou o ministro Edson Santos. De acordo com o ministro, já há um plano organizador dessas ações, mas ainda é preciso debatê-lo com outros ministérios e com as comunidades afetadas.
O ministro disse que várias outras religiões têm atuado como correia de transmissão de assistência social dos programas do governo federal, mas que as religiões de matrizes africanas não têm sido contempladas. Por que não contemplar o candomblé e a umbanda?, indagou o ministro. Edson Santos ressaltou ainda que vários direitos já são concedidos a outras religiões, mas são negados às religiões de matrizes africanas.
Participaram da Reunião Especial os coordenadores da religiosidade de matriz africana do CEN-MG: Doté Anderson D'Logun Edé, do Ilê Axé Odé Omilá de Belo Horizonte, Mãe Fatima de Oxum, do Ilê Axé de Ogum, de Ipatinga, e Tatetu Aladey, do Manzo N'Gunzo Amazilemba, de Coronel Fabriciano, que aproveitou a oportunidade para convidar os presentes para a 1ª Caminhada pela Vida e Liberdade Religiosa do Vale do Aço/MG.
|
postado em 11/12/2009 06:35 por Coletivo de Entidades Negras do Estado de Minas Gerais
10/12/09
Representantes do candomblé e da umbanda lançaram nesta quinta-feira (10/12/09), em audiência pública da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o Fórum Mineiro das Religiões de Matriz Africana. Na ocasião, eles apresentaram a Carta de Minas Gerais, com os objetivos do fórum e algumas reivindicações, entre elas o combate ao preconceito racial e à intolerância religiosa. A audiência, requerida pelo presidente da comissão, deputado Durval Ângelo (PT), discutiu a situação das religiões de origem africana em Minas, sobretudo a discriminação sofrida pelos praticantes.
Durval lembrou que a reunião foi realizada no Dia Internacional dos Direitos Humanos. O deputado disse que a comissão decidiu discutir nesta data a intolerância contra o candomblé e a umbanda porque as diferenças religiosas têm sido usadas como justificativa para a opressão e a exclusão de determinados grupos sociais. Segundo ele, a perseguição contra religiões de origem africana parte principalmente de evangélicos e católicos de orientação pentecostal. Durval defendeu a liberdade de culto e citou, como exemplo, uma frase do líder budista Dalai Lama: "A melhor religião é aquela que te faz melhor".
O deputado Padre João (PT) afirmou que uma religião verdadeira e autêntica "comunica o amor", e que o desdobramento disso é o respeito, a valorização e a promoção da vida. "Não é autêntica a religião que semeia a discórdia, a desavença, o ódio ou que nega a vida", acrescentou.
Mobilização nacional - O coordenador nacional do Coletivo de Entidades Negras (CEN), Marcos Rezende, disse que há um esforço em todo o País para o lançamento de fóruns estaduais que representem os interesses das religiões de matriz africana. O objetivo é reuni-los num fórum nacional, a partir do ano que vem. Na opinião de Rezende, a união dessas manifestações numa só entidade é um momento histórico.
O coordenador do CEN afirmou ainda que as religiões de matriz africana tradicionalmente valorizam o papel da mulher, dos negros, dos idosos e reconhecem a liberdade de culto. "Se há um segmento religioso que respeita a diversidade é o nosso", disse Rezende, que integra o terreiro de candomblé Ilê Axé Oxumaré.
Para o coordenador do Conselho Nacional da Umbanda em Minas Gerais, Sérgio Yorotaman, as religiões de origem africana devem lutar pela divulgação do seu trabalho, sua cultura e suas manifestações artísticas e religiosas. "Uma forma de combater o preconceito é divulgar. As pessoas criam mitos porque não nos conhecem", declarou ele, ao comentar associações equivocadas entre esses cultos e rituais macabros. "A falta de conhecimento é o que leva à discriminação. Nós temos a obrigação de informar as pessoas que o culto aos voduns, aos orixás, não é magia negra nem magia branca, é energia", acrescentou Sandra de Vodun Jó, representante da nação Jeje Mahin do candomblé.
Ruth de Aziri, que representou a Associação Espírita de Culto Afro-Brasileiro Ya Aboring, disse que o objetivo do lançamento do Fórum Mineiro das Religiões de Matriz Africana é que essas manifestações sejam respeitadas e reconhecidas. Tatetu Kamunan, dirigente de um terreiro de candomblé em Ipatinga (Vale do Aço), reivindicou ainda a criação de uma data comemorativa dedicada aos cultos afro-brasileiros em Minas.
Tatetu Aladei, que dirige um terreiro em Coronel Fabriciano (Vale do Aço), celebrou o lançamento do fórum, mas alertou que, muitas vezes, há intolerância dentro do próprio candomblé. Ele defendeu a união de todas as correntes das religiões de matriz africana para lutar por seus interesses.
Durante a audiência, adeptos do camdomblé fizeram uma apresentação de músicas associadas ao culto.
|
postado em 20/11/2009 04:26 por CMN MG
28/10/2009
Nesta quarta-feira, a Coordenadora Estadual do CEN-MG, Dikota Djanganga, acompanhada pelo Jurídico, Dra. Sandra Mara Albuquerque Bossio, foram recebidas pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, Deputado Durval Ângelo. Entre os assuntos de pauta, as representantes do CEN-MG conversaram sobre a iniciativa da criação do ESPASSO CONSEG, convidando o parlamentar para participar do trabalho de acompanhamento a implementação das resoluções da 1ª Conferência de Segurança Pública no Estado, tendo o Deputado Durval Ângelo aceitado o convite e determinado ao seu gabinete para envio de representação às próximas reuniões do Movimento.
Outro assunto tratado no encontro foi o lançamento do Fórum Mineiro de Religiões de Matriz Africana com o apoio da Assembléia Legislativa, tendo sido agendada a realização de audiência pública para este lançamento.
|
postado em 17/10/2009 15:37 por Coletivo de Entidades Negras do Estado de Minas Gerais
[
17/10/2009 17:50 atualizado(s)
]
No ultimo domingo, o Coordenador da Juventude Negra LGBT do Coletivo de Entidades Negras do Estado de Minas Gerais, Cristiano Silva Batista, participou da atividade do Grupo Teatral ODEON Café e Cia, apresentando e comentando o curta-metragem mineiro "Bárbara", dirigido por Carlos Antônio da Silva Gradim, que foi exibido no segundo dia da mostra competitiva da segunda edição do For Rainbow - Festival de Cinema da Diversidade Sexual, na cidade de Fortaleza/CE, em setembro de 2008.
Narrado em primeira pessoa, Bárbara é uma travesti interpretada pelo premiado ator Vandré Silveira, que se vê em delicada situação quando tem de assumir sua orientação sexual diante de seu pai, hospitalizado e impossibilitado de falar.
A apresentação do curta-metragem foi um improviso, uma vez que o ator Alexandre Cioletti, que faria a última apresentação da peça "Olá, Pessoa", também dirigida por Carlos Gradim, teve de sair às pressas para gravar a novela das 7.
A conversa que se seguiu à exibição do video, envolvendo os diferentes pontos de vista dos heteros e homossexuais presentes, foi tão interessante e empolgante, que o grupo só deixou o Odeon Café e Cia às 22:00 horas.
|
postado em 17/10/2009 13:15 por Coletivo de Entidades Negras do Estado de Minas Gerais
postado em 06/08/2009 07:00 por Usuário desconhecido
19/07/09 - Milhares de pessoas participaram, neste domingo, da 12ª Parada do Orgulho Gay em Belo Horizonte. Os participantes do movimento aproveitaram a festa para fazer um pedido pela paz. No palco, muito colorido. Show de drag queens para animar o público. Nas fantasias, irreverência e as cores do arco-íris, que recebeu o apoio da cantora Preta Gil. "Não importa a nossa cor, a nossa raça, o nosso credo. O importante é ter caráter e, para isso, a gente precisa ser respeitado."
A parada faz um alerta contra a violência aos homossexuais. Segundo uma pesquisa realizada pelo Grupo Gay da Bahia, um homossexual é assasinato no país a cada dois dias. Com bandeirinhas, os moradores acenavam das janelas dos prédios.
Parada gay põe vereadores de BH em pé-de-guerra
Leonardo Augusto
A apreciação do projeto de lei que cria o Dia Municipal da Parada do Orgulho LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) em Belo Horizonte criou tumulto segunda-feira na Câmara Municipal e por muito pouco não gerou pancadaria na Casa. Parlamentares da chamada bancada evangélica, contrários ao texto, entraram em conflito com vereadores a favor do projeto. Ao final, depois de muito bate-boca, a sessão foi suspensa. A proposição deverá voltar nesta terça-feira à pauta.
O ponto de maior embate ocorreu durante a votação de um recurso que derrubava o parecer de inconstitucionalidade dado pelo relator do texto na Comissão de Legislação e Justiça, o pastor Carlos Henrique (PR). O vereador Wellington Magalhães (PMN), primeiro vice-presidente, deveria ter assumido o comando da Casa durante a votação com a saída momentânea da presidente, Luzia Ferreira (PPS), autora do projeto. Magalhães, no entanto, não quis tomar assento à Mesa, o que só poderia ocorrer caso não estivesse no plenário. O vereador, aliado da bancada evangélica, não só estava na Casa como votou contra o recurso, o que significaria a retirada do texto de pauta. A votação foi, então, conduzida pelo segundo-vice-presidente, Silvinho Rezende (PT).
Com o voto de Magalhães, o painel da Casa acusava 17 votos pela retirada do texto e 16 pela manutenção do projeto na pauta. Com o resultado, os vereadores a favor da proposição se revoltaram e a sessão foi suspensa, depois de um pedido de verificação de quórum. No momento, mais de 30 vereadores estavam no plenário, mas menos de 21 registraram presença, número mínimo para que a sessão continuasse. Pouco antes, proposição que parecia ser mais polêmica, a isenção do pagamento do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) para que a Fifa organize em Belo Horizonte parte dos jogos da Copa do Mundo de 2014, foi aprovada pela Casa.
Despesas
A argumentação do vereador Carlos Henrique ao alegar inconstitucionalidade para o projeto LGBT é que o texto gera despesas para a prefeitura e não diz de onde sairão os recursos para organização das comemorações, ferindo a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O projeto, na prática, torna o dia oficial no calendário municipal, já que as comemorações do LGBT já acontecem anualmente em Belo Horizonte. A próxima está marcada para 19 de julho.
Luzia Ferreira afirma que se o texto não seguir em pauta “será uma atitude preconceituosa em relação ao assunto do projeto”. Na avaliação do vereador Carlos Henrique, os vereadores a favor do texto foram levados “por um desejo, por sentimento, simplesmente. Por um desejo, um sentimento, não há debate jurídico. Insisto no meu posicionamento porque o projeto gera despesa ao dizer que a prefeitura promoverá (as comemorações)”.
Representantes de entidades de defesa dos direitos humanos estiveram segunda-feira na Câmara para acompanhar a votação e prometem retornar nesta terça-feira à Casa. Afirmam, ainda que, caso o texto não seja aprovado, vão mostrar faixas e cartazes com os nomes dos parlamentares contrários ao projeto durante a parada gay do mês que vem. “A dificuldade para aprovação do texto é religiosa e preconceituosa”, diz Carlos Magno, coordenador da parada e integrante da organização não governamental (ONG) Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual de Minas Gerais (Cellos).
|
postado em 05/08/2009 12:34 por Usuário desconhecido
[
05/08/2009 12:42 atualizado(s)
]
Nos dias 25 e 26 de maio de 2009, no auditório da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais, foi realizado o 1º Seminário Mineiro de Educação em Direitos Humanos. O Coletivo de Entidades Negras de Minas Gerais esteve representado por sua Coordenadora, Dikota Djanganga Kiamaza e por Mameto Mona Sinanguê, da Casa de Candomblé Manzo Panzo.
|
postado em 16/06/2009 12:26 por Usuário desconhecido
‹ Anterior
1 - 9 de 9
Próxima ›
|